O senador Carlos Viana (PSD-MG), em pronunciamento em Plenário, repeliu gestos de intolerância e desrespeito contra evangélicos, no contexto da indicação de André Mendonça, que é evangélico. Para ele, o grupo religioso vem em paz e busca um país mais justo e equilibrado.
— Não há motivo algum para que se possa dizer que iremos defender Estados teológicos, e que a Bíblia (...) vai se tornar obrigatória no lugar da Constituição. Não é verdade. Da mesma maneira que os cristãos, quando chegaram a Roma, foram acusados das loucuras de um governante, hoje muitos se voltam para poder apontar o dedo, mas a gente pacífica, a gente que quer respeito e quer respeitar.
Carlos Viana também mencionou o apoio a Mendonça por representantes de convenções evangélicas, que compareceram ao Senado transmitindo a mensagem de que todas as formas de fé merecem respeito.
— Não queremos também que Estado nenhum, legislador nenhum, partido nenhum queira se arrogar o direito de impor às igrejas aquilo que é diferente do que nós temos direito de viver na nossa fé. Queremos respeitar, mas queremos ser respeitados: esse é o recado que foi dado nas últimas eleições e os evangélicos vão continuar dando nas urnas — reforçou.
Senado Federal Eleições: prazo para troca de candidatos se encerrou na segunda
Senado Federal Livraria do Senado vende mais de 20 mil livros na Bienal de São Paulo
Senado Federal Sem votação no Congresso, MP dos mototaxistas perde validade
Senado Federal Lei facilita financiamento para renovação de veículos de profissionais de transporte
Senado Federal Pesquisa apresentada em Conselho aponta alta taxa de depressão entre jornalistas
Senado Federal Especialistas defendem transparência e divergem sobre regulação das plataformas