Na condição de presidente da sessão deliberativa desta quarta-feira (10), o senador Romário (PL-RJ) afirmou que não há nada mais simbólico, no mês da consciência negra, do que um negro, oriundo da favela e 'lutador', brasileiro em sua essência, presidir os trabalhos do Senado.
Romário afirmou que jamais imaginou durante a sua infância, na favela do Jacarezinho, no Rio de Janeiro, que fosse conquistar tudo o que ganhou nos campos de futebol, na vida pública e na vida.
— Aqui, sentado nessa cadeira, carrego comigo todos os símbolos de um Brasil que acredito (ser) plural, multirracial, com mobilidade social e rico em talentos e diversidade, um Brasil que sabe e deve respeitar a diferença, a luta, incansavelmente, por um futuro melhor. Batalhei muito por nosso país defendendo a 'amarelinha'. Com mandato parlamentar, pude continuar defendendo o Rio de Janeiro e o Brasil na defesa da nossa gente, disse.
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