Na abertura da sessão do Plenário desta terça-feira (28), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, lamentou a morte do ex-senador Jaison Barreto. Ele faleceu no último domingo (26), aos 88 anos, de insuficiência cardíaca, em Balneário Camboriú (SC). Barreto foi senador por Santa Catarina entre 1979 e 1987, inicialmente pelo MDB (depois PMDB) e a partir de 1985 pelo PDT.
O presidente do Senado lembrou que Barreto era formado em medicina, com especialização em oftalmologia. Na política, foi fundador do MDB, partido pelo qual foi deputado federal por dois mandatos. No Senado, foi vice-presidente da Mesa entre 1983 e 1984 e trabalhou por temas ligados à saúde e à segurança nacional.
— Expresso o mais profundo pesar pelo passamento de Jaison Barreto e transmito minhas condolências, em nome do Senado, à família e ao estado de Santa Catarina — afirmou Pacheco.
O senador Esperidião Amin (PP-SC) relatou que enfrentou Barreto em uma eleição no ano de 1982. Segundo Amin, apesar da “disputa dura”, a eleição não impediu a amizade com o então adversário, que era “muito inteligente e um grande profissional”. O senador Jorginho Mello (PL-SC) declarou que a morte de Barreto é uma grande perda para Santa Catarina. Ele definiu o ex-senador como combativo, sincero, corajoso e autêntico.
— Foi um político firme, com uma oratória invejável, que dizia o que pensava e que honrou o Senado. Santa Catarina e o Brasil perdem um grande brasileiro — lamentou Jorginho.
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