Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (19), o senadorVeneziano Vital do Rêgo(MDB-PB) afirmou que o leilão realizado pelo governo da Paraíba para concessão de serviços da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) representa um risco para municípios que dependem de investimentos em saneamento básico. O parlamentar criticou a condução do processo de parceria público-privada (PPP).
Segundo o senador, a concessão envolveu apenas cidades consideradas economicamente atrativas, enquanto localidades com maior necessidade de investimentos ficaram fora da parceria. Para ele, o processo foi conduzido sem transparência. O senador defendeu a instalação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa da Paraíba para investigar o caso, e parabenizou a Câmara Municipal de João Pessoa pela decisão de instalar uma CPI sobre o mesmo tema.
— A população da Paraíba precisa saber quem efetivamente trabalhou para um processo sem transparência, obscuro, nebuloso, que implicará em prejuízos ao nosso estado ao longo dos próximos anos, mas principalmente a esses municípios que foram alijados — disse.
O parlamentar voltou a cobrar esclarecimentos sobre o caso do Banco Master.
— Eu gostaria muito que esse assunto não morresse, que ele não arrefecesse diante dos prejuízos bilionários impostos à população brasileira — afirmou.
Sobre a audiência desta terça-feira (19) na Comissão de Assuntos Econômicos com o presidente do Banco Central,Gabriel Galípolo, Veneziano afirmou que as explicações apresentadas aumentaram a preocupação em relação à perspectiva de redução da taxa de juros.
Senado Federal Programa Jovem Senador ganha destaque em documentário
Senado Federal Importância dos profissionais da limpeza é destacada em sessão especial
Senado Federal Conselho de Comunicação Social debate regulação de redes sociais
Senado Federal Eleições 2026: influenciadores podem ser contratados para fazer campanha eleitoral?
Senado Federal Quem fiscaliza as eleições no Brasil
Senado Federal Com proibição suspensa pelo TSE, presos provisórios votarão em 2026